sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Uma sugestão para a CNBB



Campanha "40 Dias pela Vida" terá início na Espanha durante a Quaresma

MADRI, 03 Fev. 12 (ACI) .- Com o propósito de lutar pela vida e contra o aborto na Espanha e no mundo, no próximo 22 de fevereiro, Quarta-feira de Cinza, terá início a terceira edição da campanha nacional de oração "40 Dias pela Vida" diante das clínicas de aborto de várias cidades do país.

Esta campanha de oração, que durará os 40 dias do tempo de Quaresma, é promovida por voluntários cristãos que defendem a vida desde a concepção e que sairão às ruas para rezar, em atitude pacífica, dando testemunho de sua fé e pedindo pelo fim do aborto.

Conforme o informe do comitê nacional de "40 Dias pela Vida" na Espanha, a campanha se realiza, ao mesmo tempo, em 300 cidades de três continentes, os mesmos dias, com a mesma intenção, durante 40 dias.

"Somos voluntários que temos em comum nossa fé. Reunimo-nos para rezar. Não militamos de nada, não provocamos nem assinalaremos ninguém. Detemo-nos 40 dias frente aos abortorios para rezar e dar testemunho público de nossa fé e pedimos ao Senhor pelo fim deste genocídio", assinalaram.

Finalmente, os voluntários do comitê organizador pediram a todos os defensores da vida que tenham um site Web, que ajudem a difundir a campanha de oração de "40 Dias pela Vida".

"Com uns pixels de sua Web anunciando a oração pela vida você nos ajudaria a mover as consciências de muitas mais pessoas que poderão conhecer e talvez unir-se aos 40 Dias pela Vida para fazer possível o grande objetivo: converter nosso país (e o mundo inteiro) em uma grande prece pelo fim do aborto", concluíram.

Mais informação em espanhol: http://40diasporlavida.es/ e http://40diasporlavida.es/quienes-somos/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Aborto na Espanha



SIC notícias:

Em declarações à rádio Cope (da Conferência Episcopal espanhola), Ruiz-Gallardón esclareceu detalhes das propostas de alterações à lei do aborto, concretizando assim o que o programa eleitoral do Partido Popular (PP, no poder) não explicava.

Em entrevista à RTVE na terça-feira, o ministro tinha anunciado as alterações à atual lei do aborto, que permite a interrupção voluntária da gravidez sem alegar qualquer causa. A proposta do governo é um sistema de despenalização do aborto com base em alguns "pressupostos". Continue lendo...

Expresso:

O Governo espanhol quer alterar a legislação sobre o aborto, revogando a permissão para as mulheres interromperem voluntariamente a gravidez sem qualquer justificação médica até às primeiras 14 semanas de gestação.

Para muitos, trata-se de um regresso à legislação criada em 1985 e que só permitia o aborto em três situações: em caso de violação, malformações fetais ou se implicasse risco para a mãe.

Embora o ministro da Justiça espanhol, Alberto Ruiz-Gallardón, insista que não se trata de um retrocesso - a lei de 1985 foi posteriormente alterada em 2010 pelo Governo socialista -, mas sim de um conjunto de alterações que visa corrigir os defeitos das últimas duas leis, certo é que esta intenção do novo Governo presidido por Mariano Rajoy é vista como uma tentativa de agradar à linha dura do PP e à Igreja católica. Continue lendo...

Qual o §|Olhar Católico|§ que devemos lançar sobre estes fato?

Toda e qualquer lei que defenda a vida de um ser indefeso é bem vinda, ainda mais quando esta lei vem substituir outra lei injusta e assassina. É bem verdade que a que se quer propor em reforma à atual não é perfeita, pois ainda abre “brechas” para o aborto, semelhante à constituição brasileira em seu código penal, mas com certeza seria um avanço inimaginável sob as garras de Zapatero.



Que direitos teve este ser humano assassinado acima?

Ladainha da Contrição Perfeita

Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo,
Deus Pai Celestial,
Deus Filho, Redentor do mundo,
Deus Espírito Santo,
Santíssima Trindade, que sois um só Deus,
Vós, que não desejais a morte do pecador,
Vós, que esperais com paciência a conversão do pecador,
Vós, que convidais os pecadores a que se convertam,
Vós, que acolheis benignamente o pecador arrependido,
Vós, que Vos regozijais com a conversão do pecador,
De Vos ter ofendido, pesa-me de todo coração, meu Deus.
De ter tantas vezes e tão gravemente pecado,
De ter pecado por pensamentos, palavras e ações,
De ter pecado pelos sentidos do meu corpo,
De ter pecado pelas potências de minha alma,
De ter pecado com tanta audácia,
De Vos ter abandonado pelas criaturas,
De ter preferido a Vós o que é ilusão e vaidade,
De ter menosprezado as Vossas perfeições infinitas,
De ter abusado de Vossos dons e benefícios,
De ter renovado os sofrimentos de Jesus Cristo,
De ter desprezado Vossos favores e amizade,
E somente por causa de Vós,
Por incorrer no Vosso desagrado,
Por ser ingrato à Vossa Bondade,
Não pelo temor do castigo,
Não pela esperança da recompensa,
Não constrangidamente,
Mas de puro amor para convosco,
Pelo respeito devido à Vossa Majestade Suprema,
Com o horror que Vos causam todos os pecados,
De tudo me pesa, meu Deus, com o mesmo pesar que os Santos choraram suas faltas,
Por que eu Vos amo, meu Deus.
Prometo emendar-me, com o auxílio de Vossa graça.
Prometo não mais Vos ofender desde o presente,
Prometo evitar toda ocasião de pecar,
Prometo resistir à todas as tentações,
Prometo reprimir em mim todos os maus pensamentos,
Prometo preferir perder tudo quanto possuo antes de tornar a ofender-Vos,
Prometo preferir sofrer tudo antes que pecar,
Prometo morrer antes que tornar a pecar,
Pai Nosso…
Oremos. Ó Deus, que sois a fonte dos bons propósitos e das obras santas, dai-me a Fortaleza que necessito para ter um verdadeiro arrependimento de meus pecados e para emendar sinceramente a minha vida, a fim de que possa alcançar de Vossa Misericórdia o perdão de todas as minhas culpas. Amém.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Envie um e-mail de onde você estiver!

Ontem foi anunciado que a Fundação Susan G. Komen, que é maior financiadora mundial de pesquisas de câncer de mama, parou de financiar a Federação de Planejamento Familiar (Planned Parenthood), a maior rede de clínicas de aborto dos EUA. Essa é uma vitória surpreendente para os ativistas pró-vida que há anos pedem que a Komen pare de financiar a gigantesca indústria de abortos.

O anúncio foi feito ontem e o escritório da Komen recebeu mais de dois mil e-mails denunciando a decisão. Precisamos que a Komen receba mensagens de ativistas pró-vida.

Peço-lhe que, neste exato momento, não importando em que lugar do mundo você esteja, envie um e-mail para a Fundação Susan G. Komen e lhes agradeça por parar de financiar Planned Parenthood.

Por favor, pare o que você está fazendo agora mesmo e escreva para news e diga: Thanks for defunding Planned Parenthood! Isso é tudo o que você precisa dizer! E fará uma diferença enorme.

Faça isso agora mesmo. Não espere. Escreva agora mesmo para news e diga: Thanks for defunding Planned Parenthood!

Muito obrigado por sua ajuda. Isso é realmente importante. Eles assumiram uma postura corajosa e temos de apoiá-los. Escreva para news agora mesmo. Por favor, escreva-lhes do mundo inteiro.

Sinceramente,

Austin Ruse
Presidente
C-FAM
Editor/Friday Fax

www.c-fam.org

Aborto e as eleições 2012

Ivanaldo Santos (ivanaldosantos)
Filósofo
Fonte: http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=3045

Até o ano de 2010 a grande mídia, o governo, os partidos políticos de esquerda e ONGs ligadas ao movimento pró-aborto apresentavam o aborto como uma unanimidade nacional. Nas reportagens da grande mídia, nos discursos políticos, nos projetos de Lei, principalmente do PT, e nos encontros organizados por entidades pró-aborto só se falava que o aborto era uma necessidade nacional, que o povo brasileiro queria e precisa desesperadamente da legalização do aborto e coisas semelhantes. Até o ano de 2010, se dizia, por exemplo, que era preciso se fazer um amplo debate sobre o aborto e que apenas uma minoria de reacionários e conservadores é que eram contrários a essa prática.

Nas eleições presidenciais de 2010, quando a então defensora do aborto, a Sra. Dilma Rousseff, mudou de ideia e passou a ser defensora da vida humana, a sociedade brasileira resolveu seguir o conselho da grande mídia, do governo, do PT e de outros grupos favoráveis ao aborto, ou seja, a sociedade resolveu debater, de forma aberta, a questão do aborto. Esse debate se deu principalmente por meio da internet. Curiosamente, ao contrário do que se dizia na grande mídia, no governo e em outros setores pró-aborto, a sociedade civil brasileira se apresentou majoritariamente contrária a legalização do aborto. Inclusive o tema do aborto, que foi colocado de forma indireta por meio de blogueiros independentes, terminou mudando o rumo da campanha eleitoral de 2010. Uma campanha que estava destinada a ser sem graça, sem novidades e ter o coroamento da vitória esmagadora da candidata do PT no primeiro turno. Por causa do apoio a legalização do aborto a então candidata, a Sra. Dilma Rousseff, quase perdeu a eleição e deve que mudar de opinião. O aborto foi o diferencial na campanha eleitoral de 2010.

O que vimos em 2010 foi que, ao contrário do que se dizia na época, a sociedade brasileira não é a favor dessa prática desumana e não são grupos minoritários que criticam essa prática. Pelo contrário, a grande maioria da população faz duras e severas críticas ao aborto. Devido a isso, de forma surpreendente, o aborto simplesmente sumiu da pauta da mídia, do governo, do PT, das ONGs, etc. Parece até que nunca se falou de aborto no Brasil.
O problema é que em 2012 teremos novas eleições. Dessa fez para prefeitos e vereadores. É claro que prefeitos e vereadores não criam ou modificam as leis, mas são agentes políticos e, por causa disso, têm poder de influenciar na construção das leis. Sem contar que a prefeitura de algumas cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, têm projeção e influência política nacional, incluindo o congresso. Por causa disso as eleições 2012 são importantes tanto a nível nacional como dos interesses políticos no congresso.

Um dos temas que, com toda certeza, voltará à pauta é o aborto. Por mais que a grande mídia, o governo, o PT e outros setores políticos tentem apagar e abafar, esse é um tema que está sendo discutido e debatido nas ruas. As ruas falam uma linguagem diferente daquela que é falada pela mídia e pelos partidos políticos. As ruas falam do aborto e querem saber o que pensam os candidatos a prefeitos e a vereadores. O povo brasileiro não quer que o aborto seja legalizado e, por isso, está curioso para saber o que pensam os candidatos sobre esse e outros temas morais. Por exemplo, em São Paulo, grande e importante colégio eleitoral, qual a posição do pré-candidato ou candidato Fernando Haddad (PT) sobre o aborto e outros temas morais? Vale salientar que até poucos dias atrás ele era o ministro da educação, um importante e estratégico ministério. Um ministério que deve, teoricamente, promover a educação do cidadão brasileiro. Então, o que pensa o ex-ministro sobre o aborto e outros temas?

O que pensam os grandes candidatos a prefeitos de cidades, como, por exemplo, Rio de Janeiro e Porto Alegre? Serão defensores do aborto? Ou serão aqueles políticos que em entrevistas concedidas a intelectuais dizem que o Brasil precisa legalizar o aborto e quando chegam diante do povo dizem que são contrários a essa prática desumana? A questão está posta. Engana-se quem pensa que o aborto é um assunto que morreu em 2010. Pelo contrário, é um tema que nasceu nesse ano. O cidadão brasileiro está atento às ideias e posturas dos candidatos sobre esse e outros temas morais.