quinta-feira, 31 de março de 2011

Bispo certifica novo milagre da Virgem da Lourdes

[Ao contrário dos falsos milagres praticados pelo Demônio em seitas protestantes, os operados por meio da Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e aceitos por Sua Igreja são científicamente comprovados e passados pela "bainha" de nada mais nada menos que vinte médicos (entre eles ateus, agnósticos, etc.)] Leiam a notícia abaixo:



Bispo certifica novo milagre da Virgem da Lourdes

LOURDES, 30 Mar. 11 (ACI) .- O Bispo de Angers (França), Dom Emmanuel Delmas, proclamou o milagre número 68 oficialmente reconhecido da cura de um homem que tinha perdido virtualmente a mobilidade na perna esquerda, ocorrido no dia 13 de abril de 2002, quando peregrinou ao Santuário da Virgem da Lourdes.

O Comitê Médico de Lourdes, composto por 20 doutores, constatou a "súbita cura funcional, sem relação com terapia alguma e mantida até a atualidade, 8 anos depois" que Serge François, um homem de 56 anos que logo depois de sua cura fez o caminho de Santiago da Compostela a pé, percorrendo 1 570 quilômetros, para agradecer por esta graça.

Sobre o milagre, Dom Delmas recorda que este foi produzido quando Serge "logo depois de ter rezado perante a Gruta se dirigiu às fontes para beber e lavar o rosto. Pode-se ver nesta cura uma atuação particular da Virgem Maria para com este homem".

Para o Bispo, "esta cura pode ser considerada como um dom pessoal de Deus para este homem, como um ato de graça, como um sinal de Cristo Salvador".

Serge François, tinha perdido virtualmente a mobilidade na perna esquerda por uma hérnia de disco aparecida por complicações cirúrgicas relacionadas a duas operações. Depois da cura, assinala o jornal La Razón, cresceu sua vida de fé e de oração, e hoje reza muito por outros doentes. Voltou para a Lourdes em 2003, informou sobre o seu caso ao Comitê Médico e assim teve início o processo de estudo do caso.

Sobre o caso, o Bispo de Tarbes e Lourdes (França), Dom Jacques Perrier, afirmou em uma nota publicada no site do Santuário na internet, que "os médicos de hoje em dia são reticentes ante o qualificativo 'inexplicável', a menos que se acrescente 'no marco dos conhecimentos científicos'. Preferem ater-se a um fato: tal cura é hoje inexplicável. Esta reserva lhes parece indispensável para não ser desqualificados logo por aqueles colegas que rejeitam o inexplicável".

"Além disso -acrescenta- os médicos de Lourdes procuraram sempre ser deontológicamente irreprocháveis. É a própria Igreja a que os alenta a isso".

O jornal espanhol La Razón, recorda logo que embora o Comitê de Médicos tenha dados de 7 000 curas inexplicáveis desde 1884, a Igreja só reconhece 67 casos como milagrosos (68 com este).

Para comemorar este novo milagre, o Bispo de Angers, Dom Delmas, convida os fiéis a participar de uma Eucaristia que se realizará quando os fiéis de sua diocese peregrinem ao Santuário de Lourdes entre o dia 3 e 8 de maio "para rezar humildemente a Maria e com Maria".

terça-feira, 29 de março de 2011

Nenhum esforço é inútil na promoção da família fundada no autêntico matrimônio, diz o Papa

VATICANO, 29 Mar. 11 (ACI/EWTN Noticias) .- Em uma mensagem a um grupo de bispos da América Latina e o Caribe que se reúne nestes dias em Bogotá (Colômbia), o Papa Bento XVI ressalta que "nenhum esforço, portanto, será inútil para fomentar tudo aquilo que contribua para que cada família, fundada na união indissolúvel entre um homem e uma mulher, leve adiante sua missão de ser célula viva da sociedade".

Em sua mensagem aos bispos responsáveis pelas comissões episcopais de vida e família da América Latina e o Caribe que se reúne na Colômbia entre os dias 28 de março ao 1 de abril, o Santo Padre assinala que "a família é o valor mais querido pelos povos dessas nobres terras".

"Por este motivo, a pastoral familiar tem um posto destacado na ação evangelizadora de cada uma das distintas Igrejas particulares, promovendo a cultura da vida e trabalhando para que os direitos das famílias sejam reconhecidos e respeitados".

No texto dirigido ao Cardeal Ennio Antonelli, Presidente do Pontifício Conselho para a Família, que preside a reunião, o Papa afirma que ante os diversos desafios que enfrenta a instituição familiar como a migração e a pobreza, "não podemos ficar indiferentes ante estas provocações. No Evangelho encontramos luz para responder a eles sem nos desanimar".

"Cristo com sua graça nos impulsiona a trabalhar com diligência e entusiasmo para acompanhar a cada um dos membros das famílias no descobrimento do projeto de amor que Deus tem sobre a pessoa humana".

"Nenhum esforço, portanto, será inútil para fomentar quanto contribua a que cada família, fundada na união indissolúvel entre um homem e uma mulher, leve adiante sua missão de ser célula viva da sociedade, foco de virtudes, escola de convivência construtiva e pacífica, instrumento de concórdia e âmbito privilegiado no qual, de forma gozosa e responsável, a vida humana seja acolhida e protegida, desde seu início até seu fim natural".

Depois de recordar o direito e o dever dos pais de "educar as novas gerações na fé e nos valores que dignificam a existência humana", Bento XVI alenta a prosseguir com a Missão Continental e sublinha que "a Igreja conta com os lares cristãos, chamando-os a serem um verdadeiro sujeito de evangelização e de apostolado e convidando-os a tomar consciência de sua valiosa missão no mundo".

"Animo, pois, a todos os participantes nesta significativa reunião a desenvolver em suas reflexões as grandes linhas pastorais marcadas pelos episcopados congregados em Aparecida, favorecendo assim que a família possa viver um profundo encontro com Cristo através da escuta de sua Palavra, a oração, a vida sacramental e o exercício da caridade".

Deste modo, prossegue, "se ajudará a pôr em prática uma sólida espiritualidade que propicie em todos seus membros uma decidida aspiração à santidade, sem medo a mostrar a beleza dos altos ideais e as exigências éticas e morais da vida em Cristo".

"Para promover isto, é necessário incrementar a formação de todos aqueles que, de uma ou outra forma, dedicam-se à evangelização das famílias. Do mesmo modo, é importante riscar caminhos de colaboração com todos os homens e mulheres de boa vontade para seguir tutelando intensamente a vida humana, o matrimônio e a família em toda a região".

Finalmente o Papa expressa seu afeto a todas as famílias da América Latina e do Caribe e as confia "ao poderoso amparo da Santíssima Virgem Maria os frutos desta louvável iniciativa, ofereço-lhes de coração a implorada Bênção Apostólica, que estendo com gosto a quantos estão comprometidos na evangelização e promoção do bem das famílias".

sexta-feira, 25 de março de 2011

Anunciação de Nossa Senhora



"10.“O anjo Gabriel foi enviado” etc.
Acabamos de ouvir de que maneira a Virgem Maria concebeu o Filho de Deus Pai. Vamos ver agora, brevemente, de que jeito a alma concebe o espírito da salvação. Na Virgem Maria vemos representada a alma fiel: “virgem” pela integridade da fé. Com efeito, diz o Apóstolo: “Eu vos prometi a um único esposo, para apresentar-vos como virgem casta a Cristo” (2Cor 11,2). “Maria”, isto é, estrela do mar, pela profissão da própria fé. “Crê-se com o coração para obter a justiça”, eis a virgem. “Com a boca faz-se a profissão de fé para obter a salvação” (Rm 10,10): eis a estrela que da amargura do mundo guia ao porto da salvação eterna. Essa virgem mora em Nazaré da Galiléia, quer dizer, “na flor da emigração”.

A flor é a esperança do fruto. Com efeito, a alma fiel espera “emigrar”, passar da fé à visão, da sombra à verdade, da promessa à realidade, da flor ao fruto, do visível ao invisível. Dizem os pastores: “Vamos até Belém, porque ali encontraremos bons pastos, o pão dos anjos, o Verbo Encarnado”. Lemos em Isaías: “Alegria dos burros selvagens, pastagem dos rebanhos” (32,14). Nos burros selvagens estão simbolizados os justos, cuja alegria será a pastagem dos rebanhos, quer dizer, o esplendor e a felicidade dos anjos, porque junto com os anjos pastarão, isto é, gozarão da visão do Verbo Encarnado. A essa virgem é enviado o anjo Gabriel, cujo nome significa “Deus me confortou”. Nele é indicada a infusão da graça divina e sem o seu conforto a alma desfalece. Por isso diz Judite: “Dai-me forças, ó Senhor, Deus de Israel, nesta hora”. “E, com o punhal, golpeou duas vezes o pescoço de Holofernes e cortou-lhe a cabeça” (13,9-10). Holofernes significa “enfraquece o boizinho engordado”. Nele é representado o pecador que, engordado com a gordura das coisas temporais, é despojado pelo diabo das virtudes e assim se enfraquece e fica doente. A cabeça de Holofernes é a soberba do diabo.

Diz Gênesis: “Ela te esmagará a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar” (3,15). No calcanhar é indicado o fim da vida. A Virgem Maria esmigalhou a soberba do diabo por meio da humildade, mas ele a tentou, no calcanhar, durante a paixão de seu Filho. Quem quiser arrancar de si mesmo a soberba do diabo, deve golpeá-lo duas vezes. Esse duplo golpe é a lembrança do nosso nascimento e o pensamento da nossa morte. Quem medita assiduamente sobre esses dois momentos da sua vida arranca de si a soberba do diabo, mas antes é preciso que implore o sustento da graça divina. “Agi virilmente e o vosso coração será confortado” (Sl 30,25).

11. “Entrando o anjo onde ela estava”.

Aqui é colocada em evidência a solidão da alma que mora em si mesma, lendo no livro da própria miséria e indo à busca da doçura divina: por isso ela merece ouvir dizer: “Ave!” O nome de Eva que quer dizer “ai” ou desgraça. Lido ao contrário fica Ave. A alma que se encontra no pecado mortal é Eva, ou seja, “ai” e desgraça, mas se ela se converte à penitência e ouve dizer-lhe Ave, quer dizer “sem ai”. “Cheia de graça”. Quem derrama ainda alguma coisa numa vasilha cheia perde tudo aquilo que nela coloca. Assim também na alma, se ela for cheia de graça, não pode entrar nela a sujeira do pecado. A graça penetra todos os espaços e não deixa nenhum pedacinho vazio em que possa entrar e ficar aquilo que lhe é contrário. Quem tudo compra, tudo quer possuir. E a alma é tão grande que ninguém pode preenchê-la a não ser somente Deus que, como diz São João, “é infinitamente maior que o nosso coração e conhece todas as coisas” (1Jo 3,20).

Uma vasilha bem cheia derrama em todas as partes. Da plenitude da alma recebem todos os sentidos porque, como diz o profeta Isaías, “será de sábado a sábado” (66), quer dizer, da paz interior virá a paz dos sentidos e dos membros. “O Senhor é contigo”. Ao contrário, lemos no Êxodo: “Não irei contigo, porque tu és um povo de cabeça dura” (33,3), isto é, desobediente e soberbo. É como se dissesse: “Eu iria contigo se fosses humilde!” Por isso ao humilde ele promete: “Tu és o meu servo: mesmo que tiveres que atravessar as águas eu estarei contigo e os rios não te submergirão. Se tiveres que atravessar o fogo, não te queimarás, a chama não poderá te queimar” (Is 43,2). Nas águas é simbolizada a sugestão do diabo, nos rios a gula e a luxúria; no fogo, o dinheiro e a abundância das coisas materiais; na chama, a vanglória. O servo, isto é, a pessoa humilde com quem está o Senhor, passa ileso através das sugestões do diabo, porque nem a gula nem a luxúria o cobrem. Quem está com a cabeça totalmente coberta não pode ver, cheirar, falar e ouvir distintamente. Assim, também quem estiver totalmente coberto pela gula e pela luxúria fica privado da faculdade de contemplar, discernir, reconhecer o seu pecado e obedecer. O humilde, mesmo que caminhe através do fogo das coisas temporais, não se queima com a avareza ou com a vanglória.

12. “Tu és bendita entre as mulheres”.
Lê-se na História Natural que as mulheres sentem compaixão bem mais intensamente do que os homens, derramam lágrimas bem mais do que os homens e possuem uma memória muito mais duradoura do que os homens (Aristóteles). Nessas três qualidades são indicadas a piedade com o próximo, a devoção das lágrimas, a lembrança da paixão do Senhor. Lemos no Cântico dos Cânticos: “Coloca-me como um selo em teu coração, uma tatuagem em teu braço, porque forte como a morte é o amor!” (8,6): o teu amor pelo qual morreste! Bem-aventuradas aquelas almas que possuem essas três qualidades. Entre elas é bendita, com o privilégio de uma bênção especial, a alma fiel e humilde, rica de obras de caridade. E em mérito a essa bênção, continua: “Eis que conceberás e darás à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus”. Lemos ainda na História Natural que as mulheres grávidas sentem dores, perdem o apetite, a vista fica anuviada. Outras mulheres grávidas não gostam de vinho, porque bebendo-o perdem as forças. Isso acontece também com a alma. Quando, sob a ação do Espírito Santo, concebe o espírito da salvação: começa a arrepender-se de seus pecados, sente repugnância pelas coisas temporais, desagrada-se a si mesma, (este é o significado do anuviamento da vista); acostumada a admirar-se com gosto, não gosta do vinho da luxúria.

Por estes sinais poderás julgar se a alma concebeu o espírito da salvação que em seguida dará à luz quando der fruto na luz das obras boas. E a esse fruto dará o nome de “salvação” (Jesus), porque tudo o que faz é em vista da salvação. É a intenção - foi dito - que qualifica a obra. A alma fiel age para agradar a Deus, para obter o perdão dos pecados, edificar o próximo e alcançar a salvação. Digne-se conceder a salvação também a nós Aquele que é bendito pelos séculos dos séculos. Amém."

(Tradução: Frei Geraldo Monteiro, OFM Conv
Sermões de Santo Antônio. Ed. Messaggero - Padova,1979 - Volume III, pp. 158-161)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Campanha da Fraternidade 2002

Quaresma e a questão indígena

Hoje, no Brasil, corre-se o perigo de, nesse tempo, ser anunciado aos fiéis:

"Agora vai começar o tempo da Campanha da Fraternidade. Em 2002, o tema é Fraternidade e Povos Indígenas, o lema, Por uma terra sem males". E, pronto!

A Quaresma mesmo fica obnubilada e esquecida. A Páscoa, então, muito mais ainda.

Peço a todos que destaquemos e demos prioridade a explicar que o tempo da Quaresma visa, antes de tudo, preparar a celebração da Páscoa. É bom recordar, com o auxílio do Catecismo da Igreja Católica (nº 107 e seguintes) que, desde Pentecostes, o dom do Espírito Santo inaugurou um tempo novo; é o tempo da Igreja. Durante ele, o próprio Cristo torna presente e comunica a sua obra de salvação. E o faz pela liturgia de sua Igreja, até que venha, no fim dos séculos.

Como é bom crer que Jesus está "vivo e agindo", na Igreja e com ela, de uma forma diferente do tempo em que viveu entre nós. Forma nova; própria do tempo novo em que estamos. Ess está agindo, sim, pelos sacramentos. (É o que a Tradição chama de "economia sacramental"). Ou seja, Cristo está comunicando ou "dispensando" os frutos de seu Mistério Pascal na liturgia dos sacramentos da Igreja.

Enquanto estava em sua vida terrestre, anunciava sua Morte e Ressurreição, por suas palavras e as antecipava por seus atos. Quando chegou sua hora, viveu o único fato da história que jamais passará: Jesus morre, é sepultado, ressuscita dentre os mortos e está sentado à direita do Pai. Este é um evento real, acontecido no tempo. Porém é único. Todos os demais fatos da história acontecem uma vez, depois terminam e se tornam passado. O Mistério pascal de Cristo não pode ficar "só" no passado. Tudo que Cristo é, fez e sofreu por todos os homens e mulheres é "eterno", porque Jesus é Deus e tudo que está com Ele relacionado participa de sua eternidade divina. Isto é, abraça todos os tempos e se mantém permanentemente presente. A realidade da cruz e da ressurreição "permanece" e atrai tudo para a vida.

Dessa forma, a Igreja associa-se a cada ano, através dos quarenta dias da Grande Quaresma – tempo que Jesus passou no deserto – ao mistério de sua Paixão e Morte. No deserto, Jesus foi provado como nós o somos, mas venceu o Tentador por nós; "amarrou o homem forte" e lhe retomou a presa (Mc 3,27).

Antecipou a vitória da Ressurreição, após a morte por obediência ao Pai.

Este tempo de Quaresma é apropriado às orações mais intensas e às privações voluntárias como o jejum, a esmola ou a partilha fraterna (obras de caridade e missionárias).

Falaremos, é claro, dos Povos Indígenas; temos para com eles uma dívida social; devemo-lhes o reconhecimento dos erros cometidos por uma parcela dos membros da Igreja, no passado; queremos nesta Quaresma, de modo especial, com a esmola e a partilha, colaborar com obras de caridade e missionárias, através daqueles que trabalham o ano inteiro ao lado de nossos irmãos e irmãs índios.

No mês de janeiro, pela segunda vez, nossa Arquidiocese enviou um grupo de missionários à diocese de Barra do Garças, Mato Grosso. Agora, além de sacerdotes e seminaristas, foram também religiosas, leiga consagrada e vários fiéis, jovens e adultos. Foi um tempo de graça para nós e, esperamos, também para eles. Nesta Igreja particular, há indígenas. Nossos missionários puderam ter contato com os Bororos. Além destes, eu pude visitar também uma aldeia de Xavantes. A Igreja está presente ali, após 500 anos, agora através de dedicados salesianos e salesianas. Rezemos especialmente por eles, nesta Quaresma. Vamos enviar-lhes nossa Coleta da Campanha, através do seu Bispo diocesano. E peçamos a Deus que os missionários católicos nunca pensem ser ofensivo anunciar o cristianismo para culturas nativas, reduzindo seu trabalho à mera luta pelos direitos sociais dos índios.

A mensagem de João Paulo II para a Quaresma de 2002 tem como tema "Recebestes de graça, dai de graça" (Mt 10,8). Recebemos de nossos pais a vida humana, como um dom, e a vida divina pelo Batismo. Escreve o Papa: "A nossa doação aos outros é resposta aos numerosos dons que o Senhor continua a conceder-nos. Gratuitamente recebemos, demos gratuitamente".

16 de fevereiro de 2002



Dom Carlos Alberto E. G. Navarro

Arcebispo Metropolitano de Niterói

[falecido]